Fim da visão embaçada do idoso

diplopia(3)

Maria

Maria é uma aposentada de 67 anos. Atualmente, não dirige mais porque os filhos pediram que ela parasse. Utiliza o transporte coletivo para fazer o trabalho voluntário. Ultimamente, anda se queixando de dificuldades na visão na hora de subir as escadas e na hora de fazer crochê, à noite. “É um embaço nos olhos, Doutor”, afirma.

Jonas

Jonas tem 72 anos. Foi funcionário público, mas após a aposentadoria teve que voltar a trabalhar e, hoje, dirige um táxi para complementar a renda da família. Queixa-se de que em alguns momentos, principalmente à noite, se sente ofuscado pelas luzes dos carros e dos postes da cidade. “À noite, tenho que prestar mais atenção para não causar nenhum acidente, pois, às vezes, minha visão me engana…”, diz.

Ronaldo

Ronaldo tem agora 79 anos. Desde que se aposentou, dedica-se à jardinagem, em casa e no sítio da família. Há um mês, começou a fazer um curso de informática para aprender a usar a Internet. Seu maior desejo é falar com o filho, que mora em Londres, por e-mail ou pelo messenger. “Quero muito estar on line, conectado com o mundo pela Internet, mas, às vezes, sinto que fico com a visão extremamente cansada na frente do computador”, diz.

Os pacientes citados acima têm em comum o diagnóstico de catarata. Apesar de serem perfis, eles são capazes de representar bem os incômodos que a velhice, e, especialmente, a catarata causam ao idoso. A idade traz além da experiência, uma série de inconveniências. Uma delas é a perda progressiva da visão, que pode ser incapacitante. A catarata é frequentemente responsável por muitos casos de perda de visão. Mas, diferentemente de outras causas, a catarata pode ser corrigida e a visão, praticamente restabelecida hoje em dia. Com o aumento da população idosa, um dos grandes desafios brasileiros será o de oferecer um atendimento médico adequado à esta parcela da população, que requer cuidados especiais.A falta de informação e de acesso aos tratamentos é o principal desafio a ser enfrentado no combate à perda de visão decorrente da catarata. Com o diagnóstico precoce da doença é possível preservar a visão do paciente e assegurar a qualidade de vida do idoso.

 

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