CICAFE – Cirurgia da Catarata com Femtosegundo: livro destaca revolução na cirurgia de catarata com nova tecnologia

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O oftalmologista Virgílio Centurion (CRM-SP 13.454), diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares, acaba de lançar o livro Cirurgia de Catarata com Femtosegundo, CICAFE, pela editora Cultura Médica.

Segundo Centurion, o livro reflete o momento atual em que a comunidade oftalmológica debate o emprego do femtosegundo na cirurgia de catarata. “É uma evolução? Trata-se de um modismo? É uma verdadeira revolução? Quais as vantagens reais para os pacientes da adoção dessa tecnologia? Se a catarata é a maior causa de cegueira reversível do mundo, todos os pacientes terão a chance de usufruir das vantagens dessa nova tecnologia?”, questiona o médico.

“O livro foi escrito com o propósito de compartilhar com outros cirurgiões a minha experiência em relação à introdução da tecnologia femtosegundo no Brasil, cujo refinamento cirúrgico é a obtenção de um equivalente esférico refracional pós-operatório de + 0,50 dioptrias e um índice de satisfação subjetivo acima dos 95% dos pacientes operados de catarata e/ou cirurgia refrativa intraocular. Quanto mais cirurgiões estiverem empregando a nova tecnologia, maiores serão os avanços tecnológicos e mais consistentes serão os resultados dos pacientes”, explica o médico, que é membro da ALACCSA, Associação Latino-Americana de Cirurgiões de Córnea, Catarata e Cirurgias Refrativas.

O autor enumera as dificuldades na introdução das novas tecnologias na Oftalmologia no Brasil, “resultantes de políticas discutíveis na saúde e na política externa do País que acarretam atrasos na introdução de novas formas terapêuticas numa média de 2 anos, em detrimento da saúde da população e do avanço científico do País”, destaca.

Didaticamente, discorre como é a curva de aprendizado, as situações especiais para o emprego da tecnologia e as controvérsias que cercam o tema. Por fim, polemiza “devemos considerar que é uma tecnologia em evolução inicial. Será preciso adotar o femtosegundo ainda na residência médica? Será melhor adotar a tecnologia após adquirir alguns anos de experiência? Em todas as situações, a recomendação é adotar, aprender, sair da zona de conforto, ou em breve, o próprio profissional pode estar fora do mercado”.

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